domingo, 14 de maio de 2017

Eu vou publicar um conto!

   Eai, leitores!!! É com grande prazer e felicidade que venho dar essa notícia a vocês, VOU LANÇAR MEU PRIMEIRO CONTO! 
   Sempre tive esse sonho de ser escritor, e de ter a oportunidade de lançar um escrito meu, eis que  a oportunidade surgiu e foi no momento certo!
   No final do ano passado, a editora Porto de Lenha publicou um edital para escritores participarem de uma seleção para uma antologia de contos fantásticos. Li todo o edital, dei uma olhada nos meus rabiscos engavetados e pensei, embora não seja meu estilo, por que não dar uma chance a esse gênero ? É certo que eu amo ler fantasias, mas escrever não era comigo... eu apenas havia escrito 2 contos. Analisei a proposta e resolvi, "não tenho nada a perder, não é?!"
   Vasculhei meus contos engavetados, achei um interessante para a proposta, reescrevi, mudei alguns pontos que não faziam sentidos, dei a vida para uns personagens esquecidos e tentei a sorte com a editora.
   Não esperava ser selecionado para a antologia, não mesmo! Pois não se trata de um conto pela qual eu tive facilidade em narrar, não tinha familiaridade com a escrita do gênero (fantasia), tive bastante obstáculos com o eu-lírico, dificuldade mesmo, pois quem vai apresentar a história para vocês é uma garota! Garota essa como a maioria das adolescentes que vivem aquela chata fase da vida de discutir com os pais e desobedecê-los. Luíza, como muitas, testa a paciência de seus pais e toma ações desmedidas, ações que a levam numa tremenda enrascada paranormal.
   Vou deixar a resenha do meu conto para o próximo post ok ? Hoje é apenas um anúncio e contar toda essa história até a publicação.
   Embora eu tivesse passado por muitas dificuldades com esse conto, tanto na parte escrita como na criativa, consegui ser selecionado! Foi uma das minhas maiores felicidades da minha vida. Contrato vem, correções vão, biografia feita, e o lançamento está próximo! Mas agora vou falar um pouco sobre a antologia.
   Meu conto estará inserido na Antologia "Amavios e Obscuridade" da editora Fontes de Papel. A antologia conta com contos de oito autores espalhados por todo o Brasil. Todos os contos tem essa temática de fantasia e alguns de terror.
   Meu conto se chama "Desvaneios de Luíza em Terras sem Lençóis" tive a honra de concluir a antologia, responsabilidade e tanta! Só espero que, do fundo do meu coração, vocês curtam meu primeiro conto, meu primeiro contato com vocês. Que não é meu escrito favorito, mas é o meu mais especial, meu primeiro lançamento!
   É isso, galera! Por hoje é só. Estou muito feliz de trazer essa notícia para vocês. No próximo post vou fazer uma resenha completa (com spoilers) do meu conto. Explicando todos os pontos que achei relevante escrever, todas as críticas sociais que estarão inseridas nesse conto.
   Meu livro já está disponível para a compra!! <3


   Espero que tenham gostado dessa notícia e, logo menos, trago mais novidades!

sábado, 6 de maio de 2017

#1 [TAG] Livro único

      OIOI! Hoje eu resolvi trazer uma TAG bacana aqui para vocês. Essa tag foi criada pelo Geek Freek (vou deixar o vídeo dele no final do post). 
    Muitas pessoas estão cansadas de ler séries gigantes, trilogias e afins. Todos nós gostamos de livros únicos não é mesmo? Então vamos lá.

1) Um livro único que te deixou querendo mais, ou desejando uma continuação.
- Caminhos cruzados (Érico Veríssimo) 

Esse livro foi responsável por uma das mais incríveis experiências do ano passado. Assim, não é que eu veja uma necessidade de uma continuação desse livro, mas ele é tão gostoso de ser lido que eu acho que poderia ter mais páginas para nós acompanharmos as relações sociais que esse livro nos oferece.


2) Um livro único que conseguiu cumprir a sua proposta. Um livro foi o suficiente.
- A Revolução dos bichos (George Orwell)

A maneira como esse clássico é desenvolvida, todo o enredo, construção dos personagens, picos dramáticos e todo o resto, fez com que o desfecho não deixasse pontos mal resolvidos. É uma obra excelente e recomendo a todos!




3) Um livro único com personagens únicos.
 - Ciranda de Pedra - Lygia Fagundes Telles

Embora muitos leitores ou noveleiros (porque essa obra foi inspirada na novela com o mesmo nome pela rede globo em 1981), eu achei os personagens extremamente marcantes, fortes e com personalidades interessantes de serem analisadas. Lygia fez um trabalho e tanto nessa obra. 



4) Um livro único com cara de trilogia ou série, de tão completo.
- Mestre Gil de Ham ( J.R.R.Tolkien)

Trata-se de oma obra extremamente pequena e ao mesmo tempo rica de Tolkien. Tem um famoso ditado que se encaixa para esse livro: "Tamanho não é documento". Tolkien cria uma sociedade totalmente fantástica, que deixa qualquer leitor fascinado. Existem ganchos também que, se o autor quisesse, ele poderia criar uma série a partir desse dessa belezinha. Uma estrutura ele já tinha haha.


5) Um livro único que você leu super rápido, não largou enquanto não terminou de ler.
- Capitães da Areia (Jorge Amado)

Gente, que livro gostoso de ler! É tocante, triste e flui muito rápido. Quando você está lendo, Jorge Amado consegue inserir nós, leitores, dentro da história. Passamos a viver as experiências no trapiche com os capitães.




6) Um livro único de um de seus/suas autores(as) favoritos(as).
 - Misery - Stephen King

Apenas leiam, sério! Stephen King é formidável!







7) Um livro único que você recomendaria a todos. 
- Objetos cortantes - gillian flynn

Meu Deus que livro bom! Gillian constrói muito bem a narrativa e as histórias secundárias para chegar num final totalmente inesperado! Recomento muito esse livro. (embora seja um pouco pesado para algumas idades).


8) Um livro único que te fez chorar.
 - Meu pé de Laranja Lima (José Mauro de Vasconcelos)
Não lembro se chorei, mas é um livro muuito triste e tocante. Foi o primeiro livro que li, e foi a melhor experiência possível. Recomendo a todos esse também. Mas se preparem para fortes emoções. 
"Matar não quer dizer a gente pegar o revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu." - Meu pé de Laranja Lima.



9) Um livro único fora da sua zona de conforto. 
- As Vantagens de ser invisível (Stephen Chbosky)

Além de ser um romance, esse livro aborda diversas questões que eu não sou acostumado a ler e acompanhar, mas foi uma leitura extraordinária. Gostei bastante.





10) Quem você tagueia?
Vou propor esse desfio à Talita do Cutucando a História (Instagram aqui).

                                                                     ***


  É isso galera, espero que tenham gostado das dicas de hoje!
Comentem aqui se já leram algum desses livros. E podem me responder nos comentários, vou adorar ver as escolhas de vocês!



domingo, 2 de abril de 2017

#5 Resenha: Chiclete pra Guardar pra Depois + Entrevista com a autora Andreia Evaristo

   Eai, galera! Hoje vamos conversar um pouco sobre um livro incrível da escritora Andreia Evaristo que é "Chiclete pra Guardar pra Depois".  
   Andreia é uma jovem escritora catarinense e professora de Língua portuguesa e literatura e língua inglesa. É cronista do jornal A Notícia e coordenadora de um projeto de escrita criativa de Joinville (SC). Eu poderia falar mais sobre ela aqui, mas a melhor maneira de conhecer Andreia foi lendo seu divertido livro, que contém 37 cônicas interessantes e profundas.



   Antes de começar a resenhar o livro, preciso dizer que eu quase não pude lê-lo antes. Num dia esperando o ônibus chegar para eu vir para São Paulo, minha avó aguardava comigo na rodoviária, até que por um segundo eu a vejo lendo meu exemplar do livro da Andreia, o mais interessante era ela dizendo "Você já leu? É muito divertido!"  e rindo. Queria deixar ela ler, mas eu precisava fazer isso antes dela, então prometi que assim quando eu a visitar de novo, eu levarei o livro para ela. 
   Não é que foi verdade o argumento de minha avó?! Comecei a ler o livro e a cada crônica, Andreia construía situações engraçadas e anedóticos. Ainda mais por ser situações que, nós leitores, possivelmente já passamos ou já pensamos sobre. Como por exemplo: Questões sobre a forma física, vícios, amores, fobias, relações familiares etc.
   Mas sobre o livro, ele conta com 37 crônicas, crônicas essas que possuem um alto teor de simplicidade um fundo de crítica social que podem ser subtendidas ou são extremamente diretas na escrita de Andreia. 
  Somos deparados no livro todo com uma problemática relacionada as questões do existencialismo e do madurecimento pessoal. Muitas dessas crônicas com esses temas nos fazem parar a leitura e entrar em uma profunda auto reflexão. O que é importante.    Temos também crônicas relacionadas a relações familiares, sentimentos exteriores, questões financeiras e sociais.    É um livro repleto de vivências do cotidiano, é uma boa para quem é um amante de crônicas e contos como eu. Senti uma qualidade literária tremenda na escrita de Andreia, é incrível a forma como ela tem afinidade com as palavras. Lembrou-me muito a experiência que eu tive lendo os textos do meu escritor favorito Antônio blog Juro que é o ultimo.
   Quero parabenizar a Editora Areia pelo exímio trabalho feito na edição desse livro, uma bela produção. O livro conta com ilustrações divertidas que transformam o livro numa leve brincadeira.
   As crônicas, como já disse, são fortes e tocantes, umas mais que as outras, algumas com alta crítica social e outras que relatam até momentos trágicos. Crônicas tristes e chocantes, mas que não perdem seu lado doce como um chiclete. Chiclete esse que Andreia discutia em suas crônicas ou deixava para nós, leitores, esboçar uma opinião, deixando o chiclete pra depois. (Fazendo uma brincadeira com o título do livro).
   Uma das partes que eu mais gostava eram as crônicas relacionadas ao ambiente de trabalho de nossa Andreia, que é a escola. Somos deparados com situações engraçadas do dia a dia de um professor, e momentos difíceis também. 
   Como a área da educação me interessa muito também, resolvi propor uma entrevista com a Andreia relacionada com a educação e seus afins. Então bora lá!
                                                ***

1. Por ser um livro de crônicas você precisa, não necessariamente, estar atenta a tudo. Na maioria das suas crônicas, existe um ponto de virada, uma quebra da realidade que faz com que a crônica leve outro rumo. Em relação aos acontecimentos cotidianos, como você fazia para anotar os imprevistos do dia a dia? Você costuma andar com um caderninho anotando o que está acontecendo?

 R: Desde que comecei a blogar (e lá se vai mais de uma década desde o primeiro blog), eu carrego bloquinhos e caneta ou lápis na bolsa o tempo todo. Inspiração para escrever está em todos os lugares – e não dá para confiar na memória. A gente sempre acha que vai se lembrar depois, mas – acredite em mim – não vai. A memória nos trai (e quanto mais velha eu fico, mais isso me parece verdadeiro).
Conheço pessoas que anotam no bloco de notas do celular, por ser mais prático, por ser um aparelho que está com a gente o tempo todo. Comigo, não funciona. Por mais viciada que eu seja em tecnologia (culpada!), esse tipo de coisa precisa ser escrita no papel. Tenho duas ou três ideias anotadas no bloco de notas do celular que eu nunca – nunca mesmo – me lembro de usar. Estão lá, perdidas no limbo. Talvez hoje eu as passe pro bloquinho de papel. Quem sabe assim elas não viram textos?

2. Como você estimula seus alunos a lerem? Alguma vez recomendou seus livros?
R: Hoje eu faço parte da direção da minha escola, então o funcionamento é um pouco diferente. Mas vou falar da minha prática quando eu ainda estava em sala.
Com os alunos do Fundamental, eu tirava uma das aulas da semana (eram quatro ao todo) unicamente para leitura. Acompanhava os alunos à biblioteca, ajudava (quem queria ajuda) na seleção dos livros, deixava os alunos livres para ler e lia junto (leitura silenciosa). Dá um baita trabalho no começo, porque os alunos entendem que é uma aula livre e querem conversar ou mexer no celular. Mas, com um pouco de paciência, um pouco de bronca e um grande exemplo, eles acabavam entrando no jogo e tomavam gosto pela coisa. A escolha do livro era sempre livre: lia-se o que quisesse, de HQs a clássicos.
Já no Ensino Médio, como são apenas três aulas por semana, é mais complicado dispor de uma das aulas exclusivamente para leitura. Assim, o que eu fazia era combinar com os alunos uma leitura obrigatória por bimestre. A ideia era mesclar os grandes clássicos da literatura em Língua Portuguesa com livros best-sellers contemporâneos. Assim, meus alunos liam, por exemplo, O Cortiço, mas também liam Divergente. Se o professor souber trabalhar a questão das facções, elas se enquadram perfeitamente com o determinismo trazido pelo período do Realismo na obra de Aluísio Azevedo.
Hoje em dia, já com meus livros publicados (apenas o Chiclete pra guardar pra depois está em formato físico, mas tenho outros em ebooks), muitas vezes, quando falta professor e a turma concorda, eu me disponho a ler minhas obras em sala de aula. O retorno é imediato! Vejo que, em minha escola, há um crescimento no número de alunos que se interessam por ler e escrever literatura. Acho ótimo.

3. “Chiclete pra guardar pra depois” reúne várias crônicas que se passam no seu ambiente de trabalho, a escola, como você lida com situações inusitadas nesse ambiente? Como por exemplo conflitos ou situações engraçadas.
R: Como professora, sempre estive atenta a tudo o que se passava com meus alunos. Sou do tipo que faz parte da galera, sabe? Talvez justamente por isso, os alunos nunca hesitaram em me contar as situações pelas quais passavam, fossem elas boas ou ruins. Sempre que eu posso ajudar, eu o faço. Infelizmente, há situações que fogem do nosso controle.
Contudo, algumas vezes, me apropriei de situações dramáticas vividas pelos alunos para adaptar em contos ou crônicas. É nessas horas que vejo o quanto a arte pode ter o poder de terapia, de curar: a reação dos alunos quando se sentem representados nos textos é impagável. Não consigo nem descrever.

4. Por ser uma escritora e professora de língua portuguesa, você consegue identificar potencial de escrita em seus alunos? Se sim, o que faz para estimular e até desenvolver um escritor? 
R: Sim, o tempo todo. Toda semana, algum aluno me procura para me mostrar algum escrito, um poema, um trecho de um conto, algo do tipo.
Nos anos anteriores, eu cheguei a criar uma oficina de escrita literária na minha escola, para receber os alunos interessados não apenas da minha unidade escolar, mas da comunidade em geral. A oficina durou dois anos. Esse ano (2017), infelizmente, ela precisou ser interrompida. Mas ainda tenho planos de ressuscitá-la, num futuro não muito distante.

5. Em muitos casos brasileiros, estudantes do ensino fundamental são “desmotivados” a ler devido à grande cobrança de seus professores a lerem obras complexas e inadequadas aos seus alunos, qual é a melhor maneira de reverter esse quadro? Você acha que cada pessoa tem seu tempo para entrar nesse mundo maravilhoso que é da leitura, literatura?
Eu acho que a escola peca em empurrar goela abaixo obras para as quais os alunos não estão preparados, sem provocar curiosidade antes. Os alunos do Ensino Médio, por exemplo, dão conta de ler os clássicos. Mas eles precisam ser instigados a isso. Precisam de uma motivação extra, uma pulguinha de curiosidade. Se o professor souber fazer isso, eles dão conta muito bem.
No fundamental, a coisa precisa ser mais leve. Biblioteca nunca deveria ser espaço de castigo. NUNCA! Leitura é prazer, é degustação, não pode ser usada para ferir. Eu acredito que cada pessoa tem sua história com a leitura. Acredito que o professor precisa parar um pouco de achar que apenas alta literatura é valiosa. Um aluno que leia 600 páginas de livros mais técnicos ou filosóficos é menos leitor que aquele que lê 600 páginas de clássicos? Não na minha opinião.
Uma das maneiras de reverter o quadro triste da não-leitura no Brasil é começar a perguntar para os alunos o que eles querem ler. Outra é o professor ser exemplo: professor que nunca é visto lendo, nunca é visto com livro na mão, vai cobrar do aluno como? Faz o que eu digo e não faz o que eu faço? Outra forma é “glamourizar” a leitura: se os alunos virem um professor e um aluno (ou dois professores) discutindo as diferenças entre as cenas do livro e do filme, por exemplo, eles podem acabar se interessando. Tentar aproximar os conceitos clássicos de obras contemporâneas é outra forma interessante.
Enfim, existem muitas estratégias. Basta um pouco de força de vontade e mente aberta por parte do professor (essa segunda é a mais difícil).

6. Sobre clássicos, atualmente tem se notado uma crítica em relação à adaptação de livros clássicos para crianças e jovens que não “conseguem” ler os clássicos em si. Qual sua opinião em relação a isso? Você acha que ler uma adaptação de Machado de Assis perde o valor da obra?
Sou contra a adaptação dos clássicos, de um modo geral. Um livro adaptado nunca terá o mesmo valor que o livro original. Além disso, sempre que facilitamos a leitura para o cidadão médio, acabamos “emburrecendo” o pensamento coletivo. Não precisamos facilitar leituras para as pessoas; precisamos, sim, instrumentalizar as pessoas para que, em pouco tempo, elas consigam dar conta de textos mais complexos.
Contudo, eu abro uma única exceção nas adaptações: histórias em quadrinhos, adaptando clássicos para instigar crianças – veja bem, crianças!, não é para facilitar a leitura do jovem que tem preguiça – é uma boa alternativa para aguçar a curiosidade dos pequenos e colocá-los em contato com grandes nomes da literatura mundial.
Vamos usar Machado de Assis, como exemplo. A cada leitura que eu faço de Dom Casmurro – e olha que já fiz várias – eu encontro novos argumentos para compreender que os ciúmes de Bentinho criaram essa ilusão de que Capitu o traiu e que, como a história é contada sob o ponto de vista do ciumento, nunca saberemos com certeza se houve ou não traição. Mas, se eu adaptar a obra, todas essas pistas e nuances podem se perder, entende? Uma obra não se torna um clássico por acaso. Há muita coisa envolvida quando se torna de marcar uma época e transpassar gerações. Adaptações acabam facilitando o pensamento das gerações futuras e negando-lhes a oportunidade de pensar complexamente.
                                              
                                                      ***
   É com essa singular entrevista que terminamos a resenha de hoje. 
   Eu recomendo esse incrível livro para todos os tipos de pessoas e, especialmente, para aqueles que admiram e curtem crônicas. Chiclete pra guardar para depois conseguiu me tirar de uma baita ressaca literária e me deixou com um gostinho de quero mais. Não vejo a hora de poder me aventurar nas outras obras da nossa querida catarinense. Muito obrigado por essa experiência Andreia. 
   Quem quiser comprar seu livro pode acessar seu lindo blog (clique aqui). Em seu blog, Andreia escreve dicas para novos escritores e conta um pouco mais sobre sua vida.
   É isso então, leitores. Espero que tenham gostado, e aguardem a próxima resenha do livro da Andreia que será "Allegra: Antes do play"  (já perceberam que ela só tem títulos instigantes?! haha)